ESPAÇO PARTICULAR SEM QUALQUER RELAÇÃO LEGAL COM A IGREJA

segunda-feira, 11 de maio de 2009

“Examinai Estes Mandamentos”

“Examinai estes mandamentos, porque são verdadeiros e fiéis; e as profecias
e as promessas neles contidas serão todas cumpridas.” (D&C 1:37)


“Neste ano, os membros de toda a Igreja estão estudando Doutrina e Convênios. Suas mensagens marcantes e inspiradoras estão sendo ensinadas e ponderadas em muitas línguas e em uma centena de nações em todo o mundo. É um livro glorioso, cheio de palavras de sabedoria celestial. Contém a palavra de Deus para nós, desta geração.” Gordon B. Hinckley (1910-2008) (“A Ordem e a Vontade de Deus”, A Liahona, agosto de 1989, p. 2)




“O Livro de Mórmon é a pedra fundamental de nossa religião, e Doutrina e Convênios é a pedra de cúpula, com contínua revelação moderna. O Senhor apôs seu selo aprovador tanto à pedra fundamental como à pedra de cúpula.” Ezra Taft Benson (1899–1994) (“O Livro de Mórmon e Doutrina e Convênios”, A Liahona, julho de 1987, p. 84)




“O livro de Doutrina e Convênios está repleto de coisas esplêndidas com as quais devemos estar familiarizados. Entretanto, você pode ler e reler e decorar o livro todo, e isso de nada servirá, a menos que aplique os ensinamentos nele contidos. ( . . . ) Se nós, como povo, vivermos de acordo com essas maravilhosas revelações que nos foram dadas, seremos como uma luz brilhante para todo o mundo.” Heber J. Grant (1856–1945)(Gospel Standards, organizado por G. Homer Durham [1941]



“( . . . ) o livro de Doutrina e Convênios contém alguns dos mais gloriosos princípios já revelados ao mundo; alguns dos quais foram revelados em maior plenitude do que jamais foram revelados antes ao mundo ( . . . )” Joseph F. Smith (1838–1918) (Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Joseph F. Smith [1998], p. 44)



“O livro de Doutrina e Convênios foi dado aos santos dos últimos dias especificamente para sua vida e ações do dia-a-dia.”
Brigham Young (1801–1877) (Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Brigham Young [1997], p. 120)





“O livro de revelações ( . . . ) [mostra] que as chaves dos mistérios do reino de nosso Salvador foram novamente confiadas ao homem; e que as riquezas da eternidade estão ao alcance daqueles que desejamviver de acordo com todas as palavras proferidas pela boca de Deus.”
Joseph Smith (1805–1844) (History of the Church, 1:235)




O Amigo - Fevereiro de 2001

domingo, 10 de maio de 2009

Um artigo escrito por um sacerdote católico em 1737, em Basel, Suíça

Se o texto é verdadeiro não sei, contudo eu achei muito interessante.


Este texto está postado no blog: http://sersud.blogspot.com/


“O velho mas verdadeiro Evangelho e o dom de vida nele contido estão perdidos. Doutrinas Falsas prevalecem em todas igrejas sobre a face da terra. Tudo o que fazemos é exortar o povo a ser justo, temer a Deus, apartar-se do mal e orar. Oração e pureza podem fazer com que um anjo apareça a uma alma angustiada mas, digo-vos que dentre cem anos Deus terá falado. Ele restaurará a antiga igreja mais uma vez. Vejo um pequeno grupo de pessoas guiadas por um profeta, serão perseguidas, ameaçadas pelo fogo e martirizadas, mas em um vale que se situa na costa de um grande lago, construirá uma grande cidade, farão do sitio uma bela terra. Terão um templo de grande resplendor e possuirão o antigo sacerdócio com apóstolos, profetas, mestre, diáconos, etc. De Todas as nações crentes verdadeiro serão coligados por mensageiros velozes e então o Deus todo-poderoso falará as nações desobedientes com destruições, trovoes e relâmpagos de tal modo com nunca testemunharam no passado.”
Este artigo encontra-se na biblioteca de Basel na Suíça, foi escrito por Lutios Gratios em 1737, D. C.

Publicado nas obras intituladas – Esperança de Sião.

sábado, 9 de maio de 2009

DIA DAS MÃES: PAZ NA FAMÍLIA



Dia das mães. Ocasião em que os maridos e os filhos se esforçam por esquecer ressentimentos latentes ou evitar discussões, criando-se um clima de harmonia no seio dos lares, a fim de que a protagonista da festa possa receber todos os mimos e carinhos que tem direito.

Salvo engano, certa vez, Aristóteles escreveu que uma verdadeira amizade é como uma mesma alma em dois corpos. Com a permissão do filósofo grego, arrisco-me a dizer que uma verdadeira família é como uma mesma alma em vários corpos, donde decorre um ambiente propício ao advento da paz no lar por conseqüência. Às vezes, tal “alma” costuma dar o ar de sua graça somente em alguns dias do ano, sobretudo nas datas especiais, que tem o dia das mães como exemplo. Com efeito, o que cada membro de uma família poderia fazer para ter uma “alma” igual a do outro?

Antes, é importante descer aos porões abstratos do lar. Começando pelo filho, para se avançar alguns passos em seu quarto, é preciso toda uma estratégia de combate: abre-se uma picada entre revistas (que oscilam do bom ao mau gosto), tênis que nunca visitaram a lavanderia da casa, camisetas ou meias com odores fétidos, cadernos de escola sem capa e cheio de garranchos, papéis de bala, de chicletes e de chocolates que já se incorporaram ao piso, criando um curioso mosaico, sem se esquecer, é claro, daquela lata de refrigerante quase vazia que serve de cultura para uma colônia para fungos. A descrição do banheiro dele fica por conta da imaginação do leitor.

No que concerne ao porão do marido, penso ser interessante transcrever uma carta de uma jovem esposa que li outrora em um livro, onde ela lista as coisas de que mais sente falta nele. Veja-se.

“1. Que, durante o café da manhã, fale comigo e não se dedique a ler o jornal sem me dizer nada; que me conte o que vai fazer nesse dia, ainda que ache que não é importante. 2. Que me beije ao sair de casa e ao voltar. 3. Que diga alguma coisa agradável sobre minha apresentação – Hoje, você está linda! – como costumava fazer no namoro. 4. Que me pergunte como foi meu dia, o que fiz, como me sinto. 5. Que não se mostre mais carinhoso só quando quer ter relações íntimas comigo. Isso é uma coisa que me revolta. 6. Que perca o tempo com seu filho quando chega do serviço e não se feche no quarto com os seus papéis. 7. Que colabore em algumas pequenas tarefas da casa, como preparar a mesa, trazer os guardanapos, tirar as pedras de gelo da geladeira, etc. 8. Que nos dias especiais, leve-me a jantar fora, como fazíamos quando namorávamos ou logo depois de casados e que se arrume e não vá com a mesma roupa com que esteve trabalhando” (in Paz na Família; Francisco Faus; Quadrante; 1 a edição; São Paulo; 1997).

Muito brevemente, passo ao porão da mãe, assegurando-lhe o benefício da dúvida em compensação, já que nem sempre ela é a vítima. Alguma vez, li que existem mulheres que se assemelham com uma emissora de rádio que só toca notícia: a cada quinze minutos “transmitem” informações minuciosas do que lhes dói, das insônias que sofrem, dos contratempos do trânsito, dos defeitos incorrigíveis daquele filho ou da última presepada que a empregada aprontou. Ademais, algumas mães, ao longo do tempo, ficam desleixadas no próprio vestuário, criando as condições para que o marido se sinta tentado a “contemplar” outros horizontes.

Qual o pano de fundo de cada um dos porões? Vejo claramente uma falta de disposição para dominar a tendência ao egoísmo e ao comodismo que carregamos conosco, os quais, sem freios e contrapesos, crescem cada vez mais a ponto de machucar seriamente os outros, instalando-se os conflitos familiares. Somente um esforço constante de resistência contrária por parte de todos fará com que cada integrante da família tenha uma mesma “alma”.

Tal esforço pode ser concretizado em pequenos atos, a saber: procurar entender o outro, saber perdoar, ter espírito de serviço, saber tomar iniciativas, cultivar a paciência, zelar pelos detalhes de gentileza e de educação e ter caras sorridentes.

Com o decorrer dos dias, logo se perceberá uma profunda mudança no ambiente, já que cada pessoa terá uma mesma “alma”, e o lar, que antes mais se assemelhava ao da família de Ivan Ilitch, na famosa novela contada por Tolstoi, ganhará alegria e luminosidade em abundância.


André Gonçalves Fernandes, é Juiz de

Direito da 2ª Vara Cível da Comarca de Sumaré/SP e Diretor do Fórum.

Publicado no Portal da Família em 06/05/2007

MÃE


Mãe...São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o céu tem três letras
E nelas cabe o infinito

Para louvar a nossa mãe,
Todo bem que se disser
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer

Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do CÉU
E apenas menor que Deus!

Mário Quintana


FELIZ DIAS DAS MÃES

sexta-feira, 8 de maio de 2009

APROXIMAR-SE MAIS DE DEUS - Pres. Henry B. Eyring


Conversamos com pessoas todos os dias, que dizem que Deus não existe, ou que está muito, muito distante. Uma mulher sentada a meu lado no avião disse-me certa vez que achava que Deus era "um de nossos antepassados distantes". Por um lado, ela estava certa. Deus é nosso antepassado, mas está próximo, não distante. Ele é o pai de nossos espíritos; somo seus filhos. Tal como aquela mulher, porém, às vezes todos nós nos sentimos distantes dele.
Se desejássemos ficar perto de alguém muito querido que se encontrasse distante, saberíamos como fazê-lo. Encontraríamos uma forma de falar com essa pessao, de ouvi-la, e descobriríamos maneiras de fazer coisas uma pela outra. Quanto mais frequentemente isso ocorrer e quanto mais tempo durar, mais forte será o laço de afeição. Quanto mais tempo se passar sem que nos falemos, sem que ouçamos uma à outra, sem que nos sirvamos mutuamente, mais o laço se enfraquecerá.
Assim como um amigo amoroso nos dá a oportunidade de nos aproximarmos mais dele, Deus nos ama e oferece-nos a mesma oportunidade; e podemos fazê-lo da mesma maneira: falando, ouvindo e agindo.
O Pai Celestial não apenas nos convidou a falarmos com ele, mas nos ordenou que o fizéssemos. O Senhor diz em Doutrina e Convênios:"Ora sempre e derramarei o meu Espírito sobre ti, e grande será a tua benção" (D&C 19:38).
Depois de orar, devemos ouvir com toda a atenção. O Espírito nos dará um testemunho ao lermos as escrituras, ouvirmos os servos autorizados do Senhor e quando Deus falar diretamente a nosso coração.
Agiremos, depois de ouvirmos, porque quando escutamos a voz de Deus, por meio do Espírito, sempre nos sentimos impelidos a fazer algo.
Agora, até mesmo o Salvador, quando estava na cruz, sentiu que seu Pai estava distante dele. Haverá momentos, talvez longos, em que sentiremos uma separação, mas o caminho para nos aproximarmos mais de Deus é orar, ouvir e obedecer-lhe todos os dias.

Conferência Geral de Abril de 1991

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Aniversário da minha MÃE

Hoje é aniversário da minha mãe!!!!
Apesar de ter sido registrada no dia 15/05 (coisas do meu avô rs), hoje ela fica mais experiente.
Mulher de sorte pois acaba ganhando dois presentes, já que domingo é dia das MÃES. Mas como diz o meu filho Diego: Parabéns pra você, mas o presente que é bom eu esqueci de trazer.
Mãe, parabéns pelo seu aniversário e que o PAI CELESTIAL continue abençoando a sua vida, com saúde, paz e muitas felicidades.
O que deseja seu Filho, Nora e Netos.

TE AMAMOS

quarta-feira, 6 de maio de 2009

O Medo O Maior Gigante da Alma

Para quem tem medo, e a nada se atreve, tudo é ousado e perigoso. É o medo que esteriliza nossos abraços e cancela nossos beijos; que proíbe e nos coloca sempre do lado de cá do muro. Esse medo que se enraíza no coração do homem impede-o de ver o mundo que se descortina para além do muro, como se o novo fosse sempre uma cilada, e o desconhecido tivesse sempre uma armadilha a ameaçar nossa ilusão de segurança e certeza.
O Medo, já dizia Mira Y Lopes, é o grande gigante da alma, é o mais forte e a mais atávica das nossas emoções. Somos educados para o medo, para o não-ousar e, no entanto, os grandes saltos que demos, no tempo e no espaço, na ciência e na arte, na vida e no amor, foram transgressões, e somente a coragem lúcida pode trazer o novo, e a paisagem vasta que se descortina além dos muros que erguemos dentro e fora de nós mesmos.
E se Cristo não tivesse ousado saber-se o Messias Prometido? E se Galileu Galilei tivesse se acovardado diante das evidências que hoje aceitamos naturalmente? E se Freud tivesse se acovardado diante das profundezas do inconsciente? E se Picasso não tivesse se atrevido a distorcer as formas e a olhar como quem tivesse mil olhos?
"A mente apavora o que não é mesmo velho", canta o poeta, expressando o choque do novo, o estranhamento do desconhecido.
Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.

Profº Fernando Teixeira de Andrade

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